Terapia Familiar Sistêmica

Malabarismos da Contemporaneidade:

 integrando o “eu” em um “nós, para “todos”

Em uma sociedade assolada pelo ritmo frenético, o sujeito se depara com o desafio de se manter singular, sem perder pertencimento, a família permanece como cenário intransferível de formação de seus membros e instrumentalização para que saiam para o mundo e o casal vive o desafio de uma contemporaneidade com ideais tão individualistas e egocêntricos. O dilema do casal consiste em conciliar o direito à individualidade de cada um com o propósito conjugal. Ao mesmo tempo que estimulamos a autonomia dos cônjuges, favorecendo o crescimento e o desenvolvimento de cada um, os desejos e projetos conjugais exigem concessões consideradas  incompatíveis com  a mentalidade pós-moderna.

 

Terapia de Casal

 Um cenário muitas vezes crítico e difícil de encarar, embora muito útil para relacionamentos que permanecem em impasses, que não conseguem superar acontecimentos que geram emoções conturbadas e mágoas intransponíveis. O cliente é a “relação”. O psicoterapeuta de casal intervém no sentido de elucidar as possibilidades e os limites da permanência da relação. O futuro do relacionamento é decidido pelo casal, a partir de recursos que eles desenvolvem na terapia.

Terapia de Família

 O atendimento familiar pode ocorrer com todos os membros ou alguns deles, eleitos mediante a necessidade do processo terapêutico. O psicoterapeuta de família intervém nas relações favorecendo maior consciência de quem eles são uns com os outros, das crises pelas quais estão passando e dos dilemas que podem enfrentar futuramente, dando mais autonomia e poder de decisão à família como um todo.

Terapia Individual

 Para que o indivíduo compreenda o seu atual comportamento, é necessário que ele reconheça as relações isomórficas que estabelece com os sistemas aos quais pertence. A terapia individual na abordagem sistêmica é um contexto que permite a reprodução dessa relação ao mesmo tempo em que lhe propicia uma mudança na forma de se relacionar com o mundo. O psicoterapeuta investiga o presente, recorre ao passado quando este dá subsídios para ampliar a sua visão e favorece, assim, uma perspectiva futura.